A socialite e as demais participantes de 'Mulheres Ricas' vão ajudar pessoas necessitadas no humorístico.
O Pânico na Band pretende fazer algo que parece impossível: juntar o quinteto de Mulheres Ricas a pessoas necessitadas, que vivem longe do mundo de riqueza e glamour a que Val, Brunete Fraccaroli, Lydia Sayeg, Narcisa Tamborindeguy e Débora Rodrigues estão acostumadas. A ideia é que cada uma delas use suas habilidades para melhorar a vida de alguém pobre. Brunete, por exemplo, deve criar um projeto de decoração para um participante e Débora pode ajudar com seus conhecimentos sobre caminhões. Lydia e Narcisa também devem participar, mas suas colaborações ainda não foram definidas.
Val, por sua vez, deve doar dinheiro mesmo. A estreia do Pânico na Band está prevista para 1º de abril, mas o cronograma de produção pode adiá-la para 22 de abril.
Será que essa “ajuda” fará alguma diferença na vida das pessoas que a receberem?
ResponderExcluirSabemos que o que realmente a população brasileira precisa é de solução para os problemas que os afetam no dia-a-dia. E como ter certeza de que uma doação em dinheiro, por exemplo, vai melhorar a vida de alguém? Ajuda seria garantia de emprego, melhores condições de vida, educação de qualidade para os filhos, moradia... Uma doação pode resolver momentaneamente a situação das pessoas envolvidas, mas não vai resolver os problemas que todos os dias batem à porta. É preciso investir em políticas públicas sérias para atender as necessidades da população. As pessoas que pretendem AJUDAR os menos favorecidos, precisam entender que esse processo não ocorre fazendo marketing em cima dos problemas dos outros. Enquanto a população sofre com baixos salários e precárias condições de vida, mulheres da alta sociedade imaginam que estão ajudando pessoas. É preciso compreender o real significado da palavra ajuda, para que possamos lutar para diminuir as expressões da questão social. Realizar um trabalho de conscientização da população em geral para que todos, ricos e pobres, possam entender o que seria "ajuda" e também orientá-los, de maneira civilizada, a reivindicar seu DIREITOS.
Este é um exemplo de que a população brasileira ainda não rompeu com os traços assistencialistas de enfrentar a questão social.Desta forma,o sentimento de gratidão é potencializado,indo contra a assistência social como política pública ,direito de cidadania e dever do Estado.Desresponsabilizando o Estado de suas obrigações e enfraquecendo o entendimento de que a assistência social tem caráter universal!
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